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Keno ignora ‘problemas’ de rivais no Brasileiro: ‘Não queremos saber de quem está jogando mais torneios’

Atacante ainda afirmou que elenco atleticano deve se concentrar na disputa pelo título e esquecer declarações de rivais

Por Redação, 29/09/2020 às 17:08
atualizado em: 30/09/2020 às 12:10

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Foto: Bruno Cantini/Atlético
Bruno Cantini/Atlético

Vivendo grande fase com a camisa do Atlético, o atacante Keno disse que o clube não tem de se preocupar com a pressão de jogar somente o Campeonato Brasileiro e, por isso, ser "obrigado" a ganhar o título nacional. Em entrevista à TV Galo, na tarde desta terça-feira, o artilheiro ressaltou ainda que o Alvinegro ignora a situação de concorrentes ao Brasileirão que disputam outras competições de maneira simultânea.

"Jogar só o Campeonato Brasileiro é um fator que te descansa mais e te dá mais possibilidade de treinar. Acho que isso favorece um pouco pra gente, mas não tem que dizer que a gente é obrigado a ser campeão porque jogamos só o torneio. O campeonato é difícil, tem o Grêmio, Inter, São Paulo, Flamengo. A gente não quer saber quem está jogando mais competições. Jogamos só o Brasileiro e temos que lutar por ele. Se as outras equipes jogam mais competições é porque eles se classificaram ano passado. É nos concentrar aqui e esquecer o que eles dizem", afirmou.

A resposta de Keno se deu quando o atacante foi perguntado sobre a recente declaração de Renato Gaúcho, treinador do Grêmio. Derrotado pelo Galo no último sábado, por 3 a 1, o técnico disse, em entrevista coletiva após a partida no Mineirão, que o Atlético "tem a obrigação de disputar o título" e que "jogar uma vez por semana é uma vantagem muito grande". 

Grande fase

Com seis gols marcados nos últimos dois jogos, Keno reconheceu a boa fase atravessada no Galo e dedicou a melhora de desempenho aos companheiros de equipe e ao técnico Jorge Sampaoli, de quem disse ter recebido a confiança mesmo fora de forma física e técnica.

"Desde quando cheguei, o Sampaoli vem passando confiança pra mim, porque ele sabia que eu vinha de uma competição muito abaixo do que é o futebol brasileiro, que tem mais intensidade e menos treinamentos. Ele conversou muito comigo e sempre me apoiou mesmo nos momentos em que eu não estava vivendo um bom momento, principalmente no começo das competições. Mas eu estava com a cabeça tranquila, porque sabia que meu nível iria voltar ao normal, já que conheço meu corpo e meu futebol, então com toda a conversa que tenho com o Sampaoli e com a ajuda dos companheiros, as coisas vão dando certo como agora", explicou.

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