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Fhemig e sindicato trocam acusações sobre situação precária dos hospitais públicos de BH

Por Redação , 07/03/2020 às 07:19
atualizado em: 07/03/2020 às 12:26

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Foto: Rômulo Ávila/Itatiaia
Rômulo Ávila/Itatiaia
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A paralisação de mais de 50 dias dos servidores estaduais da saúde e as denúncias de falta de matérias básicos nos hospitais da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) provocam uma guerra entre o governo do estado e o comando da greve.

O diretor da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais, Carlos Augusto Martins,faz várias denúncias graves, como falta de esparadrapos, agulhas, de bebedouros, elevadores com problemas, além de falta de preparo para atender casos de coronavírus.

O presidente da Rede Fhemig, Fábio Bacheretti Vitor, rebate o sindicato, diz que os problemas são pontuais e que a greve atrapalha muito o funcionamento dos hospitais.

A Itatiaia ouviu os dois lados sobre os pontos mais graves. Confira a matéria completa no áudio acima.

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