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Cruzeiro alcança a maior virada do clássico no Mineirão

Por Alexandre Simões, 30/09/2020 às 13:44
atualizado em: 30/09/2020 às 14:18

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Foto: Cruzeiro/ Arquivo
Cruzeiro/ Arquivo

Sorín foi autor de um dos gols da partida

Os dois rivais se enfrentam pela fase classificatória da Copa João Havelange, o Campeonato Brasileiro de 2000. O Atlético, que menos de quatro meses antes tinha vencido o Estadual daquele ano numa final direta contra o Cruzeiro, abriu 2 a 0 com 20 minutos de jogo.

Fábio Júnior iniciou a maior virada de um clássico no Mineirão diminuindo aos 43, do primeiro tempo, cobrando pênalti, e empatando aos 8 da etapa final. Sorín fez 3 a 2 para o Cruzeiro aos 35 e Oséas fechou o placar aos 39.

Estava decretada a maior virada do clássico no Mineirão, que é o maior palco do clássico nos seus quase 100 anos de história.

A FICHA DO JOGO
CRUZEIRO
4
Jefferson; Rodrigo (Cléber Monteiro), Cléber, Cris e Sorín; Donizete Oliveira, Ricardinho (Marcos Paulo), Sérgio Manoel e Jackson; Geovanni e Fábio Júnior (Oséas). Técnico: Luiz Felipe Scolari
ATLÉTICO 2
Kléber; Bruno, Negueti, Cláudio Caçapa e Mancini; Valdir Benedito, Cleison, Ramon Menezes (Lincoln) e Caíco (Fábio Melo); Guilherme e Marques (André). Técnico: Carlos Alberto Parreira
DATA: 30 de setembro de 2000
LOCAL: Mineirão
MOTIVO: Campeonato Brasileiro
GOLS: Negueti, aos 17, Guilherme, aos 20, e Fábio Júnior, aos 43 minutos do primeiro tempo; Fábio Júnior, aos 8, Sorín, aos 35, e Oséas, aos 39 minutos do segundo tempo 
ARBITRAGEM: Antônio Pereira da Silva (GO), auxiliado por Marco Antônio Gomes e Marco Antônio Martins
CARTÃO AMARELO: Cléber, Sorín, Ricardinho, Fábio Júnior e Geovanni (Cruzeiro); Ramon Menezes, Cleison, Fábio Melo e Guilherme (Atlético)
PÚBLICO: 35.540
RENDA: R$ 312.027,00

MAIS HISTÓRIA
OUTRO JOGO: Atlético e Cruzeiro faziam grande campanha na primeira fase do Campeonato Brasileiro e ambos brigavam pelo título dos seus respectivos grupos, que garantia uma vaga antecipada nas quartas de final.

A vitória atleticana por 2 a 0 foi fundamental para o Galo vencer o Grupo A. E acabou colaborando de forma decisiva para que a Raposa perdesse o Grupo B para o Grêmio, depois de um grande início de competição.

A FICHA DO JOGO
ATLÉTICO
2
Carlos; Carlão, Cléber, Toninho Carlos e Paulo Roberto Prestes (Neto); Éder Lopes, Gilberto Costa e Moacir; Tato, Gérson e Éder (Ailton). Técnico: Artur Bernardes
CRUZEIRO 0
Paulo César Borges; Dinho, Paulão, Adilson e Nonato; Ademir, Paulo Isidoro e Luiz Fernando Flores; Paulinho, Ramon Menezes (Luiz Gustavo) e Edson (Marcinho). Técnico: Carbone
DATA: 30 de setembro de 1990
LOCAL: Mineirão
MOTIVO: Campeonato Brasileiro
GOLS: Moacir, aos 15, e Gilberto Costa, aos 25 minutos do segundo tempo
ARBITRAGEM: Márcio Rezende de Freitas, auxiliado por Hamilton Rodrigues e Gilberto Rodrigues 
CARTÃO VERMELHO: Tato e Ailton (Atlético); Luiz Fernando Flores (Cruzeiro)
PÚBLICO: 77.419
RENDA: NCz$ 21.119.200,00

NASCIMENTO: Em Belo Horizonte, em 1955, nasce Heleno Abreu de Oliveira, volante que defendeu o Atlético, onde foi revelado, praticamente em toda a carreira e que teve papel decisivo na conquista do último título do hexacampeonato mineiro do Galo, entre 1978 e 1983, com ele participando das últimas cinco campanhas. Antes, ele já tinha vencido o Estadual em 1976.

Em 13 de novembro de 1983, no clássico pela última rodada do turno do hexagonal decisivo, disputado em turno e returno, o Cruzeiro somava 9 pontos, contra 8 do Atlético.

A Raposa esteve na frente do placar por duas vezes, mas Heleno decretou a igualdade em ambas. E Renato Queirós fez o 3 a 2 que permitiu ao Galo tomar a ponta da classificação da fase final.

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