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Gilvan e grupo de conselheiros do Cruzeiro são impedidos de entrar no Parque Esportivo no Barro Preto

Por Redação , 10/09/2019 às 21:44
atualizado em: 11/09/2019 às 16:13

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A disputa política no Cruzeiro segue agitada. Na noite desta terça-feira, dia da tradicional ‘confraria’ dos conselheiros da Raposa no Parque Esportivo no Barro Preto, um grupo de oposição do Conselho Deliberativo foi impedido de entrar no local. 

Indignados, integrantes do movimento “Pró-Cruzeiro Transparente” – entre eles o ex-presidente Gilvan de Pinho Tavares – gravaram vídeos reclamando da postura dos membros da situação e acusaram o vice-presidente Hermínio Lemos, aliado do presidente Wagner Pires de Sá, de ter mandado fechar o restaurante para os conselheiros da oposição.

“Depois que a gente começou a assistir à derrocada do Cruzeiro, depois de a gente se assustar com o que está acontecendo com o Cruzeiro, estamos com medo de receber o Cruzeiro, quando terminar o mandato desta diretoria, na Segunda Divisão, o que nunca aconteceu no Cruzeiro. É um dos poucos clubes do Brasil que nunca frequentou a Segunda Divisão do futebol brasileiro. A grandeza não pode ficar na mão de pessoas irresponsáveis”, declarou Gilvan de Pinho Tavares.

“Somos um grupo de conselheiros que, há muito tempo, está preocupado com a situação do Cruzeiro. Essa parte do conselho não é omissa, nós estamos tentando reabilitar o Cruzeiro da melhor forma possível. Hoje viemos aqui fazer o encontro dessa turma e o Cruzeiro Esporte Clube, a nossa casa, a nossa paixão, fechou o bar para nós não podermos fazer a nossa confraternização. Alguns conselheiros e sócios foram impedidos de entrar. Então, nós queremos o apoio de toda a torcida, de todos os cruzeirenses, todo mundo que deseja o bem do Cruzeiro”, disse o conselheiro José Gustavo Gatti.

“Estamos aqui para mostrar para a torcida que nós não estamos parados, estamos nos mexendo. Tem um grupo grande, de cerca de 180 conselheiros, que está trabalhando para que isso mude dentro do Cruzeiro. Mas o Cruzeiro, através do vice-presidente Hermínio, mandou fechar a porta que sempre abre às terças-feiras para receber a confraria da qual ele faz parte”, acusou Giovanni Baroni, outro conselheiro, avisando ainda que haverá outra manifestação do grupo, desta vez na próxima quinta-feira, na Sede Campestre do Cruzeiro, na Pampulha.

“Mas vamos continuar fazendo manifestação e na quinta-feira será lá na Campestre. Lá não vai ter como fechar a porta, porque lá só fecha a porta às 23h”, completou Baroni.

Segundo Hermínio Lemos, vice-presidente do Cruzeiro, a gerência do Clube do Barro Preto recebeu orientação do setor de segurança de que poderia acontecer manifestação do lado de fora e que por isso as atividades foram encerradas mais cedo. Ainda segundo ele, Conselheiros da situação também não puderam continuar nas dependências do clube.

Em meio a tudo isso, torcedores realizaram três protestos entre segunda e terça-feira. Insatisfeitos com a situação da equipe no Campeonato Brasileiro, integrantes diversas torcidas organizadas fizeram uma manifestação na porta da Toca II, nesta terça, inclusive abordando alguns jogadores que chegavam ao Centro de Treinamento. Na segunda, a Máfia Azul já havia realizado dois atos: um na sede administrativa do clube, no Barro Preto, e outra em frente à casa do vice de futebol, Itair Machado, pedindo a saída do dirigente.

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