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Tite buscando novas caras para a Seleção Brasileira

Às vezes, comento com os amigos que estamos vivendo um momento de acreditar que já não somos capazes de formas três ou quatro seleções como acontecia nos anos 60, 70, 80 e até 90.

20/11/2019 às 12:13

Lucas Figueiredo/CBF

Acabaram os jogos do Brasil em 2019. O saldo é positivo com a conquista da Copa América por aqui e a busca por novas caras na seleção. Não é fácil. Vem a juventude, a vontade grande de acertar e, principalmente, a falta de entrosamento.

Os jogos de Singapura deixaram uma sensação ruim e preocupante. O próprio técnico Tite admite que ficou frustrado. Faltou aquela magia brasileira do nosso futebol e, principalmente, qualidade.

Às vezes, comento com os amigos que estamos vivendo um momento de acreditar que já não somos capazes de formas três ou quatro seleções como acontecia nos anos 60, 70, 80 e até 90.

As saídas precoces do garotos para a Europa em busca da independência financeira deixa em segundo plano o compromisso de vestir a camisa amarelinha do Brasil.

Nossa economia nada ajuda. Dólar 4 por 1 e euro 5 por 1 real. Ninguém resiste às propostas tentadoras e imediatas dos europeus. E ficamos à mercê de conciliar clubes estrangeiros e seleção.

Legal foi ver alguns novos talentos como Renan Lodi, fruto do belo trabalho do Athético/PR, Eder Militão, candidato à vaga de Thiago Silva na próxima copa do mundo em 2022, ao lado do Marquinhos. Lucas Paquetá achando um lugar para jogar e crescendo o futebol de Philipe Coutinho.

Lógico que outros garotos podem chegar e assumir o posto de titular. Quero ver ainda o Gerson do Flamengo.

Enquanto o Natal não chega, Tite e Juninho Paulista esperam pelo dia 17 de dezembro para conhecer a tabela das eliminatórias do Qatar. Aí o pau vai cantar a partir de março de 2020, não podendo errar. Qualquer vacilo pode ser fatal.

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